Mercado
Bolsa, ações e movimentos de mercado
Publicações
Embraer cai 3,95% enquanto Ibovespa avança 8%
Embraer caía 3,95%, a R$ 94,37, por volta das 16h10, enquanto o Ibovespa subia 8%; dólar abaixo de R$ 5 pressiona receitas convertidas em reais.
Ibovespa chega a 209,6 mil pontos e mira novas referências técnicas
Ibovespa atingiu 209.605 pontos após o primeiro turno, renovou recorde e abriu alvos técnicos em 215.630, 221.450 e 230 mil, mas indica mercado esticado.
BBI vê Sabesp e Auren entre utilities favorecidas por queda dos juros
O BBI estima que Sabesp, Energisa, Equatorial, Copasa e Auren podem ter preços-alvo 5% a 6% maiores a cada queda de 0,5 ponto nos juros reais.
BTG vê Ibovespa com alta de até 45% em cenário pró-Flávio
BTG vê potencial de alta de 20% a 45% para o Ibovespa se Flávio Bolsonaro vencer Lula no segundo turno de 25 de outubro de 2026, e Citi aponta espaço para valorização.
VIX Brasil cai 29% após o primeiro turno das eleições
O VIX Brasil recuou 29,33% nesta segunda-feira, para 23,16 pontos, após recordes antes do primeiro turno; indicador mede a volatilidade esperada na Bolsa.
Ibovespa chega a 209 mil pontos e dólar cai abaixo de R$ 4,95
Ibovespa chegou a 209 mil pontos e dólar caiu abaixo de R$ 4,95 nesta segunda, após resultado do primeiro turno da eleição presidencial no Brasil.
JPMorgan volta a recomendar compra de ações do Brasil após 1º turno
JPMorgan voltou a recomendar ações brasileiras após o primeiro turno e estima alta de 12% no MSCI Brazil no curtíssimo prazo, com potencial de 20%.
IMOB sobe 13,5% e incorporadoras avançam até 21% após eleição
O IMOB sobe 13,5% após o primeiro turno, enquanto ações de incorporadoras avançam até 21% com a expectativa de juros longos menores e mudança política.
Bradesco sobe 14% em dia de queda dos juros futuros
As ações do Bradesco (BBDC4) avançaram 14,30% nesta segunda, em sessão de queda dos juros futuros e alta de 8,88% do Ibovespa após o primeiro turno.
BTG sobe 27% após eleição, mais que o dobro do Banco do Brasil
O BTG Pactual subiu 26,98% na Bolsa após o primeiro turno, mais que o dobro da alta de 12,44% do Banco do Brasil, com investidores revendo riscos e juros.