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Os fatos que movimentam investimentos, economia e negócios, com contexto para o leitor brasileiro.
Publicações
TAG quer ampliar prefixados e exposição às oscilações dos juros
Após o 1º turno, TAG pretende ampliar títulos prefixados e a sensibilidade da carteira aos juros, apostando em possível melhora fiscal e queda da Selic.
JPMorgan eleva Bradesco a compra e rebaixa Banco do Brasil
JPMorgan elevou Bradesco para compra, com alvo de R$ 26, e rebaixou Banco do Brasil para venda, prevendo queda potencial de 13% para BBAS3 após o rali.
Fim da escala 6×1: exemplos desafiam temor de perda do PIB
Experiências na França, Itália, Bélgica, Portugal e Eslovênia e alta de 34,2% na produtividade brasileira entram no debate sobre jornada de 40 horas.
ETFs do Brasil captam US$ 3,8 bilhões em 2026
ETFs globais dedicados ao Brasil receberam US$ 3,8 bilhões em 2026, em entradas líquidas, acima dos US$ 2,7 bilhões de 2025 e lideraram a América Latina.
Flávio Bolsonaro diz que Lula não atrai investimentos e o chama de “biruta”
Flávio Bolsonaro afirmou que Lula não atrai investimentos e o chamou de “biruta”, em crítica à condução econômica do governo e à confiança de investidores.
JPMorgan rebaixa BBAS3 para venda; ação cai mais de 5%
JPMorgan rebaixou BBAS3 de neutro para venda, e a ação caía 6,42%, a R$ 24,64, nesta terça-feira, em meio à revisão do setor bancário brasileiro.
XP vê espaço para Ibovespa subir mais, mas alerta para euforia
Após superar 200 mil pontos, Ibovespa ainda pode subir, mas XP alerta que euforia, juros e incerteza fiscal podem ampliar os riscos para investidores.
Bancos esperam novo corte da Selic ainda em 2026, diz Febraban
Pesquisa da Febraban mostra que bancos esperam outro corte da Selic ainda em 2026, mas a decisão dependerá da inflação e dos dados econômicos.
Banco Mundial eleva previsão do PIB do Brasil em 2026 para 2,1%
Banco Mundial elevou de 1,9% para 2,1% a previsão de crescimento do PIB do Brasil em 2026, aumento de 0,2 ponto percentual ante a estimativa anterior.
XP vê 200 mil e máxima acima de 209 mil como referências do Ibovespa
XP vê o rompimento dos 200 mil pontos e a máxima acima de 209 mil como referências que reforçam a tendência de alta do Ibovespa, apesar da volatilidade.