Finanças Pessoais
Investimentos e decisões financeiras do dia a dia
Publicações
FI-Infras têm ativos com taxas de até IPCA+ 10,68% ao ano
Fundos de debêntures incentivadas têm ativos com taxas indicativas de IPCA+ 9,03% a IPCA+ 10,68% ao ano e isenção de IR para pessoa física.
Agenda reúne propostas para pequenos investidores e FGC
Agenda propõe atualizar o limite de R$ 250 mil do FGC, criar conta com incentivo fiscal e proteger LCI, LCA, CRI e CRA para pequenos investidores.
Pix por aproximação perde teto de R$ 500 a partir de outubro
A partir de 1º de outubro, o Pix por aproximação perde o teto de R$ 500; cada cliente poderá ajustar limites no aplicativo do banco, sob regras de segurança.
Aluguel de até 50 m² em SP começa em R$ 1.876,78
Aluguéis de imóveis de até 50 m² em bairros de São Paulo vão de R$ 1.876,78 a R$ 4.463,74, segundo levantamento divulgado em setembro de 2026.
Receita paga restituição da malha fina a 412 mil contribuintes
A Receita paga nesta quarta-feira a restituição da malha fina a 412.186 contribuintes; são R$ 1,26 bilhão, depositados na conta ou na chave Pix CPF.
Nu Asset põe ETFs no centro da estratégia e mira mercado de R$ 1 trilhão
Nu Asset põe ETFs no centro da estratégia e quer multiplicar por mais de dez o patrimônio de R$ 1,3 bilhão, em mercado que mira R$ 1 trilhão.
Inadimplência das famílias chega a 6% e juros do crédito sobem
A inadimplência das famílias subiu a 6% em agosto, enquanto os juros do crédito livre para pessoas físicas avançaram a 61,7% ao ano, segundo o BC.
Crédito no Brasil chega a R$ 7,4 trilhões em agosto
Saldo do crédito no Brasil chegou a R$ 7,4 trilhões em agosto, segundo o Banco Central; o número representa o estoque de operações, não apenas novos empréstimos.
iPhones ou ações da Apple: R$ 96 mil poderiam virar R$ 2,27 milhões
Simulação estima que R$ 96 mil gastos em iPhones desde 2007 poderiam somar R$ 2,27 milhões em ações da Apple, sem contar impostos, dividendos e inflação.
Selic a 15% eleva risco de crédito e muda atenção na renda fixa
Com a Selic em 15%, o custo das dívidas cresce, o risco de crédito aumenta e investidores reavaliam a renda fixa e a capacidade de pagamento dos emissores.