Contratos padronizados negociados em bolsa para comprar ou vender um ativo em uma data futura por um preço definido hoje, com ajustes financeiros diários (marcação a mercado) que liquidam ganhos e perdas todos os dias entre as partes. Essa padronização e os ajustes diários dão liquidez e reduzem o risco de crédito da contraparte, mas exigem margem de garantia e podem gerar chamadas de margem em movimentos bruscos de preço.
Contratos Futuros
Contratos padronizados com ajustes diários para negociar hoje um preço de referência futuro.

Como funciona
Ficha técnica
- Prazo típico
- Contrato vence no mês indicado no código
- Liquidez
- Maior no primeiro vencimento dos contratos mais usados
- Tributação
- 15% no ganho comum e 20% no day trade
- Risco
- Ajuste diário pode exigir dinheiro e margem no mesmo dia
- Garantia
- Sem FGC; câmara da B3 administra garantias
Compare antes de confundir
| Instrumento | Liquidez | Tributação | Garantia |
|---|---|---|---|
| Contratos Futuros | Maior no primeiro vencimento dos contratos mais usados | 15% no ganho comum e 20% no day trade | Sem FGC; câmara da B3 administra garantias |
| Mercado a Termo | Saída antecipada exige reversão ou acordo; mercado secundário é restrito | Resultado segue a regra da operação e do ativo subjacente | Sem FGC; garantias são exigidas na operação |
| Swaps | Encerramento antecipado exige cotação com a contraparte | IR incide sobre o resultado positivo pelas regras do contrato | Sem FGC; contrato pode exigir garantias |
Dúvidas comuns
Por que existem ajustes diários nos contratos futuros?
Os ajustes diários liquidam ganhos e perdas todos os dias entre comprador e vendedor, o que reduz o risco de uma das partes acumular um prejuízo grande sem conseguir pagar no vencimento.
Preciso ter o ativo físico para operar um futuro?
Não — a grande maioria das posições em futuros é encerrada antes do vencimento por meio de uma operação inversa, sem entrega física do ativo-objeto.
O que é chamada de margem?
É a exigência de depósito adicional de garantia quando o mercado se move contra a posição do investidor, para assegurar que ele consiga honrar eventuais perdas do contrato.