O Comitê de Política Monetária reduziu a taxa Selic para 14,25% ao ano em sua reunião de junho. A decisão altera a taxa de referência da economia, mas não significa que todos os juros ao consumidor caiam na mesma velocidade.
Para quem acompanha renda fixa, a mudança afeta diretamente produtos pós-fixados ligados ao CDI ou à Selic. Títulos prefixados e indexados à inflação também reagem às expectativas sobre os próximos passos do Banco Central, o que aparece na marcação a mercado.
Na bolsa, juros menores podem reduzir o custo de capital das empresas, mas o efeito não é automático: atividade econômica, resultados corporativos e risco fiscal continuam relevantes.
O ponto central é separar a taxa vigente da trajetória esperada. Preços de ativos incorporam expectativas antes mesmo de cada reunião do Copom.
Fonte consultada: Banco Central do Brasil.
