O direito de subscrição dá aos acionistas atuais de uma empresa a preferência para comprar novas ações emitidas em um aumento de capital, geralmente a um preço mais baixo que o de mercado, na proporção das ações que já possuem. O acionista pode exercer esse direito, vendê-lo a terceiros (quando negociável em bolsa) ou deixá-lo expirar sem uso, dependendo da sua avaliação sobre a oferta.
Subscrição
Direito de preferência para que acionistas comprem novas ações em uma emissão.

Como funciona
Ficha técnica
- Prazo típico
- Direito expira na data informada no aviso aos acionistas
- Liquidez
- Alguns direitos negociam por poucos dias; depois expiram
- Tributação
- Custo integra a posição; venda do direito ou da ação segue regra fiscal própria
- Risco
- Perda do direito se o prazo passar; diluição se não participar
- Garantia
- Sem FGC
Compare antes de confundir
| Instrumento | Liquidez | Tributação | Garantia |
|---|---|---|---|
| Subscrição | Alguns direitos negociam por poucos dias; depois expiram | Custo integra a posição; venda do direito ou da ação segue regra fiscal própria | Sem FGC |
| IPO | Antes da estreia não há venda; depois, negocia no pregão | A venda posterior segue a tributação de ações | Sem FGC |
| Ações ON e PN | Negociação no pregão; ações menos negociadas têm spread maior | 15% no ganho comum e 20% no day trade; regra de isenção mensal pode alcançar ações à vista | Sem FGC |
Dúvidas comuns
Sou obrigado a exercer o direito de subscrição?
Não — o exercício é uma opção do acionista; é possível vender o direito no mercado (quando aplicável) ou deixá-lo vencer sem exercer, sem penalidade além de não participar da nova emissão.
Por que a empresa oferece ações mais baratas na subscrição?
O preço menor incentiva os acionistas atuais a participarem do aumento de capital, ajudando a empresa a captar os recursos necessários sem depender apenas de novos investidores.
Não exercer a subscrição dilui minha participação na empresa?
Sim — se outros acionistas exercerem o direito e você não, sua participação percentual no capital total da empresa tende a diminuir após a nova emissão.