Risco de crédito é a possibilidade de o emissor de um título ou o devedor de uma operação não conseguir honrar o pagamento combinado, seja de juros, seja do valor principal. Está presente em praticamente toda renda fixa privada — CDBs, debêntures, CRIs, CRAs — e sua intensidade varia conforme a saúde financeira do emissor, existindo mecanismos que mitigam parte desse risco para o investidor pessoa física, como a cobertura do FGC em produtos elegíveis.
Risco de crédito
Risco de crédito é a possibilidade de o emissor ou devedor não cumprir o pagamento combinado.

Como funciona
Ficha técnica
- Prazo típico
- Conceito usado durante toda a vida do ativo
- Liquidez
- Não é um produto negociável
- Tributação
- Não há IR sobre o conceito isolado
- Risco
- Mede preço, saída ou inadimplência
- Garantia
- Não oferece garantia por si só
Compare antes de confundir
| Instrumento | Liquidez | Tributação | Garantia |
|---|---|---|---|
| Risco de crédito | Não é um produto negociável | Não há IR sobre o conceito isolado | Não oferece garantia por si só |
| Liquidez | Não é um produto negociável | Não há IR sobre o conceito isolado | Não oferece garantia por si só |
| Marcação a mercado | Não é um produto negociável | Não há IR sobre o conceito isolado | Não oferece garantia por si só |
Dúvidas comuns
Título público também tem risco de crédito?
Sim, embora seja considerado o menor risco de crédito do mercado doméstico, já que o emissor é o Tesouro Nacional — mas nenhum título está totalmente livre desse risco.
Como avaliar o risco de crédito de uma empresa antes de investir?
Ratings de agências de classificação de risco, o histórico financeiro do emissor e os termos da oferta são referências comuns, mas nenhum indicador elimina totalmente a incerteza sobre o futuro.
O FGC elimina o risco de crédito?
Reduz bastante o risco para o investidor pessoa física em produtos elegíveis, dentro dos limites de cobertura, mas não é uma garantia ilimitada nem cobre todos os tipos de investimento.